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ESTADO SOCIAL

respigos e reflexões sobre o território e a sociedade

Urbanismo Táctico

21.05.15

 

Aqui fica disponível a versão portuguesa da publicação Tactical Urbanism vol2 de Mike Lydon traduzida por João Seixas, Mario J Alves, Rodrigo Cardoso, Paulo Silva e por este vosso amigo.

Regeneração urbana do centro da cidade

10.11.14

Dia Mundial do Urbanismo from José Carlos Mota

Uma Praça em Cada Bairro

02.06.14

Apostar numa primeira fase na «adopção de soluções reversíveis ... alterando a organização do espaço público com recurso a pintura no pavimento, floreiras e outros elementos de mobiliário urbano amovíveis» Público 2/06/2014

 

Urbanismo Táctico em Lisboa

 

Urbanismo Táctico - brevemente com versão em Português

01.06.14

 

Tradução de

João Seixas

José Carlos Mota

Mário Alves

Paulo Silva

Rodrigo Cardoso

Urbanismo Táctico em Portugal

28.04.14

O Planeamento do Território continua a sua «travessia do deserto» à procura de novos caminhos para responder a crescentes necessidades de requalificação das cidades e de regeneração das suas funções face a diminutos recursos públicos e incerta vontade política. 

Uma das últimas «inovações metodológicas» surgiu nos Estados Unidos e designa-se por «Urbanismo Táctico». Surgiu em resposta a um crescente descrédito do planeamento tradicional, pelo seu carácter burocrático, pouco consequente e pelas dificuldades manifestadas em responder aos ‘micro-problemas urbanos’ que afectam o dia-a-dia dos cidadãos. Alimenta-se num contexto de fragilidade de intervenção do Estado e de emergência de movimentos cívicos urbanos que reflectem sobre as cidades. 

Um dos grupos mais interessantes tem sede em Nova York e é dinamizado por Mike Lydon (http://www.streetplans.org/index.php). Editou já um conjunto de publicações que merecem a nossa atenção (LINK), uma delas terá tradução portuguesa em breve.

Como poderão constatar pela leitura das experiências realizadas, esta metodologia baseia-se na concepção de ‘micro-projectos urbanos’ de baixo custo e alto impacto, promovidos por grupos de cidadãos com apoio técnico-científico voluntário com competências diversas (arte, design, arquitectura, engenharia, paisagismo, urbanismo), trabalhando em rede e tirando partido do potencial das novas tecnologias. Normalmente em contextos colaborativos, os cidadãos discutem o programa das intervenções, com preocupação experimental e exemplificativa, e depois mobilizam-se para as executar.

 

Em Portugal têm vindo a surgir algumas experiências, ainda de carácter muito exploratório e de resultados ainda frágeis.

Aveiro lançou recentemente a iniciativa Vestir os vazios da cidade, uma iniciativa interessante e oportuna da CM de Aveiro, em parceria com a PUiS e Sete Pés (*), que visa reflectir sobre o eixo histórico definido pelas ruas de São Sebastião, Combatentes da Grande Guerra, Rua do Gravito, entre outras, e criar um conjunto de intervenções para os espaços vazios, construído com a participação dos cidadãos. Oportunamente darei conta dos resultados. 

 

(* ver esclarecimento de Henrique Praça da Setepés - o meu comentário segue nos comentários)

 

 

Vídeo

 

https://www.facebook.com/vivacidade.aveiro