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ESTADO SOCIAL

respigos e reflexões sobre o território e a sociedade

O paradoxo das grandes cidades

30.07.14

Ana Gerschenfeld apresenta hoje no Público as conclusões de um estudo muito interessante co-coordenado por Luís Bettencourt (Instituto Santa Fé - EUA) baseado na análise das comunicações móveis.

O estudo conclui que «seja qual for o tamanho da cidade onde vivemos, a probabilidade de que os nossos amigos se conheçam entre si não se altera», isto é, apesar de nas grandes cidades «haver maiores oportunidades de interagir com mais indivíduos e com indivíduos mais diversos» isso não ocorre.

É interessante e preocupante este resultado. Os autores sugerem uma explicação. Isto acontece porque «os seres humanos se organizam instintivamente em comunidades sociais compactas». Revelador. Apesar do imenso potencial relacional, estamos a formar grupos social e culturalmente demasiado homogéneos e pouco dialogantes entre si.

 

NOTA: HCM chama a atenção no Alcatruz para a particularidade da nossa sensibilidade relacional com estrangeiros, que explicará um pouco a colonização portuguesa (LINK). Será que estaremos a perder essa qualidade genética no micro-cosmos urbano português?

 

 

 

O caso de Aveiro também foi estudado. Segundo o estudo temos em média 8 contactos e a probabilidade de eles se conhecerem entre si é de 20% (http://senseable.mit.edu/urbanvillages/), valor semelhante ao de Lisboa.

 

http://senseable.mit.edu/urbanvillages/

Infografia dos resultados

26.05.14

 

 

Público, 26/05/2014

A Europa que vai a votos

25.05.14

A Europa que vai a votos, infografia do Público (Célia Rodrigues)

 

 

 

Endividamento público e privado (Banco de Portugal, Maio 2014)

22.05.14

 

O problema do endividamento é muito delicado. A dívida pública representa agora 132,4% do PIB. Mas a dívida pública e privada corresponde a 400% do PIB. Dados publicados recentemente pelo Banco de Portugal. 

 

 

Boletim Estatístico do Banco de Portugal (Maio, 2014)

Quanto contribuem as universidades para o PIB das cidades?

19.05.14

«Politécnicos chegam a valer 11% do PIB dos concelhos onde estão sediados»

 

 

 

Público 19/05/2014

 

«O relatório final desta investigação afirma que cada euro de financiamento recebido do Orçamento do Estado gera um impacto médio de 4,22 euros, podendo atingir um valor superior a 8 euros» Público 19/05/2014

 

E qual será o peso das Universidades para o PIB das cidades?

Podemos agora ser um país?

18.05.14

O impacto do programa de ajustamento em números - Empresas (Público)

17.05.14

 

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - Lucros (Público)

17.05.14

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - Saúde (Público)

17.05.14

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - Desemprego (Público)

17.05.14

 

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - Duração média dos processos (Público)

17.05.14

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - PSI 20 (Público)

17.05.14

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - Formação (Público)

17.05.14

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - Educação (Público)

17.05.14

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - Emprego e Função Pública (Público)

17.05.14

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - Carga fiscal e IDE (Público)

17.05.14

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - Austeridade (Público)

17.05.14

 

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - Exportações (Público)

17.05.14

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - Famílias (Público)

17.05.14

 

 

 

 

 

 

 

Público, 17/05/2014

O impacto do programa de ajustamento em números - Economia (Público)

17.05.14

 

 

Público, 17/05/2014

262 mil desempregados têm 45 ou mais anos

17.05.14

 

Público, 17/05/2014

Pensar fora da caixa [Europa]

16.05.14

«O euro foi-nos apresentado como um avião, foi para o ar e quando houve uma turbulência percebemos que afinal era um planador»... «na impossibilidade de colocar motores no planador “em pleno voo”, os mercados descobriram a vulnerabilidade do projecto e começaram a disparar contra ele.... Mas não apontaram para o cockpit: apontaram para a barriga do planador” ... onde estavam, precisamente Portugal, a Irlanda ou a Grécia»

Félix Ribeiro, Público 16/05/2014

(...)

«A um destino europeu que nos cola à Espanha e nos faz gravitar na órbita alemã, Félix Ribeiro contrapõe assim uma nova ordem externa na qual o mundo anglo-saxónico assume um papel maior. Ou um modelo de parcerias diferente. “Se quisermos fazer coisas diferentes temos de ir para países diferentes. Temos de procurar parceiros que saibam mais do que nós”. Félix Ribeiro é taxativo: “Temos de procurar funções na globalização com perspectivas de futuro. Para mudarmos essas funções temos de mudar de parcerias”. A América do Norte é crucial nesta estratégia, como o são os países nórdicos, por exemplo. “Se não tivermos amigos no Ártico, não somos respeitados no equador”, explica. Ou seja, os novos parceiros de Portugal têm de ser países ricos e com graus diferentes de afastamento da UE. É daí que poderão vir investimentos, saber, tecnologia, dinamismo e nervo para que Portugal possa manter até o seu nível de proximidade com os Palop. Uma espécie de regresso à ancestral vocação Atlântica do país suspensa após a integração europeia»

Manuel Carvalho citando Félix Ribeiro, Público 16/05/2014

A sair do LIXO!

11.05.14

 

Público 11/05/2014

 

Será que já batemos (mesmo) no fundo?

Quase um quarto dos portugueses continua sem conseguir pagar despesas básicas (Público)

08.05.14

 

 

«Quase um quarto dos portugueses continua sem conseguir pagar despesas básicas» (Público, 8/05/2014)

 

nem tudo é mau...

«da turbulência saiu um consumidor mais racional, menos sensível ao aumento do ego e à compra em função da marca, com quase orgulho em ser racional. Quem não perdeu rendimentos tem, hoje, vergonha no acto do consumo desmesurado» Rita Coelho do Vale (Público, 8/05/2014)